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Os Presidenciáveis e a Polêmica do Aborto!






É isso ai pessoal, apesar de tanta polêmica por trás de ataques a um projeto que na extrema verdade só é aceitável se os cidadãos deixarem. Estão ofensas em extrema e notável intenção, de o candidato José Serra difamar um tema e culpar simplesmente a uma candidata. Esse texto do Portal G1, mostra em resumo alguns dos casos quanto à posição do Aborto. Não se deixe atentar em ofensas que os candidatos fazem, mas apenas propostas que devem ser levadas em conta, e deixar brecha aos cidadãos para opinarem. José Serra foi quem começou com a descriminação, quando seu cargo de Ministro estava em auge. E não entendo como nessa hora ataca, sendo ele o pivô do projeto.


Mas sabemos, que todos devem se informar e tomar suas próprias conclusões, indicar o rumo do Brasil está no poder da sua mão, ao toque dos seus dedos (o indicador é o principal, hehehe).


Segue matéria:


PRESIDENCIÁVEL

DECLARAÇÕES SOBRE ABORTO

Dilma Rousseff (Foto: AE) 7 de maio de 2010 - "Eu duvido que alguma mulher (...) defenda e ache o aborto uma maravilha. O aborto é uma agressão ao corpo. Além de ser uma agressão, dói, além de doer, imagino que a pessoa saía de lá muito baqueada. Eu não tive de fazer aborto porque eu tive de, na vida eu tive um problema, depois que minha filha nasceu eu tive uma gravidez tubária. Então eu não podia ter filho. Antes disso, eu não cheguei nunca a engravidar, só uma vez que eu perdi o filho por razões normais. Tive uma hemorragia. (Jornalista pergunta: "Foi logo no ínício da gravidez?") Foi logo no inicinho da gravidez, não teve maiores efeitos físico não. (Jornalista pergunta: "Mas isso foi antes da sua filha nascer?") Antes da minha filha nascer. Tanto é que eu fiquei com muito medo quando minha filha nasceu, de perder. Mas, todas minhas amigas que vi passar por experiência assim entraram chorando e saíram chorando." (Jornalista pergunta: "A senhora é contra criminalizar isso?") "Eu acho que, o aborto, do ponto de vista de um ...


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José Serra (Foto:AE) JOSÉ SERRA

Quando ocupava o Ministério da Saúde em 1998, assinou norma técnica que orienta

método de aborto em casos de estupro. Em sabatina realizada pela "Folha de S.Paulo"

em 2002, lembrou que foi "muito atacado por isso". Na pré-campanha, em maio de 2010,

voltou a se dizer contrário ao aborto e admitiu a possibilidade de que deputados possam

propor a mudança. Durante a campanha, posicionou-se contrário ao aborto.

Novembro de 1998 - "O braço executivo das ações de saúde é formado pelos Estados e

municípios. É a eles que o Ministério da Saúde oferece subsídios para medidas que assegurem

a essas mulheres (vítimas de violência) a harmonia necessária para prosseguirem, com

dignidade, suas vidas."
- Na introdução da Norma Técnica do Ministério da Saúde sobre procedimentos adotados

para aborto em casos de estupro (nesses casos, o aborto é permitido por lei)


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